Oi trambico B! Tudo bem?
No início da semana, começamos a estudar sobre o texto teatral escrito. Hoje, estamos colocando para vocês um pouco mais do texto teatral, explorando texto dramático, narrativo e lírico.
Pesquisando na internet encontrei um site com várias informações sobre o assunto! Vou colocar aqui um trecho que achei interessante.
"O texto teatral é concebido pelos dramaturgos com um destino: projetar o espetáculo cênico. Desse modo, se os gêneros lírico e narrativo não são diretamente assim, o dramático nasce contendo certos elementos estruturais e estéticos que possibilitam a encenação.
Exatamente por isso a ativação da imaginação, provocada pelo texto dramático, se diferencia na forma de ativação provocada pelo texto narrativo; assim como também pelo texto lírico. Cada gênero ativa de forma diferenciada a imaginação. O lírico ativa o “eu” e os diversos sentimentos do eu, trabalhando sobre a emoção, o texto épico ativa a capacidade de ouvir e entender uma história contada, relacionando seus elementos e observando a condução do enredo – a história é o foco. O texto dramático ativa a capacidade de visualizar a cena da história, a forma como aconteceu; resgata a história e o sentimento da história, seja para o espectador, seja para os leitores."
Muitas coisas que tem nesse texto eu não sabia, e através disso pude ver que lendo cada gênero nós podemos presenciar coisas diferentes. E quem quiser dá olhada no site, é só clicar aqui. Recomendo a todos! Deixem nos comentários o que acharam. Espero que tenham gostado, e não se esqueçam de nos mandar sugestões!
17 março 2010
16 março 2010
O noviço + curiosidades
Olá trambiqueiros de plantão.
Estão gostando dos gêneros trabalhados em classe? Espero que sim.
Bom, como vamos ter que ler o livro "O noviço e Judas em sábado de aleluia" para o PSS, procuramos saber algumas coisas sobre a obra, e achamos a abertura da novela que foi adaptada e exibida em 1975. Por questão de curiosidade, postaremos o vídeo da abertura da novela pra vocês!
O Noviço - novela
E pessoal... como estamos estudando o gênero dramático, temos uma curiosidade pra vocês!
Você sabia que a palavra TEATRO é de origem grega, THEATRON (verbo ver, substantivo vista)? E que tem-se notícia de que a civilização egípcia fazia teatro, sendo que cerca de 3200 a.C. já existiam representações teatrais? Que fazer teatro sempre foi uma atividade de caráter religioso, isto é, ligado ao culto das divindades que cada povo possuía? O objetivo era exaltar a glória e o poder das divindades. Também os chineses conheceram o teatro cerca de 2205 a.C. Além de ser religioso, o teatro da China também servia para celebrar os êxitos militares, as conquistas, etc.. Do mesmo modo a Índia, a Coréia e o Japão desenvolveram a atividade teatral.
Não esqueçam de mandar sua curiosidade também.
Estão gostando dos gêneros trabalhados em classe? Espero que sim.
Bom, como vamos ter que ler o livro "O noviço e Judas em sábado de aleluia" para o PSS, procuramos saber algumas coisas sobre a obra, e achamos a abertura da novela que foi adaptada e exibida em 1975. Por questão de curiosidade, postaremos o vídeo da abertura da novela pra vocês!
O Noviço - novela
E pessoal... como estamos estudando o gênero dramático, temos uma curiosidade pra vocês!
Você sabia que a palavra TEATRO é de origem grega, THEATRON (verbo ver, substantivo vista)? E que tem-se notícia de que a civilização egípcia fazia teatro, sendo que cerca de 3200 a.C. já existiam representações teatrais? Que fazer teatro sempre foi uma atividade de caráter religioso, isto é, ligado ao culto das divindades que cada povo possuía? O objetivo era exaltar a glória e o poder das divindades. Também os chineses conheceram o teatro cerca de 2205 a.C. Além de ser religioso, o teatro da China também servia para celebrar os êxitos militares, as conquistas, etc.. Do mesmo modo a Índia, a Coréia e o Japão desenvolveram a atividade teatral.
Não esqueçam de mandar sua curiosidade também.
15 março 2010
Boa noite
Oi trambiqueiros, como estão?
Bom, primeiramente, queria que vocês dessem uma olhada no post anterior, que fala sobre a peça em cartaz no teatro Ariano Suassuna, Milagre Brasileiro.
Como foi pedido pela nossa professora Gilsa, hoje, queria que você deixasse o seu comentário sobre o texto Boa Noite, de Castro Alves. Irei postar um trecho do poema abaixo.
Bom, primeiramente, queria que vocês dessem uma olhada no post anterior, que fala sobre a peça em cartaz no teatro Ariano Suassuna, Milagre Brasileiro.
Como foi pedido pela nossa professora Gilsa, hoje, queria que você deixasse o seu comentário sobre o texto Boa Noite, de Castro Alves. Irei postar um trecho do poema abaixo.
Boa Noite
[...]
Julieta do céu! Ouve... a calhandra
Já rumoreja o canto da matina.
Tu dizes que eu menti?... pois foi mentira...
... Quem cantou foi teu hálito, divina!
Se a estrela-d'alva os derradeiros raios
Derrama nos jardins do Capuleto,
Eu direi, me esquecendo d'alvorada:
"É noite ainda em teu cabelo preto..."
[...]
Bom trambiqueiros, por hoje e só, espero que vocês possam ir assistir a peça e que comentem sobre o texto postado hoje. Ah, como idéia de Danusa, poderiamos combinar de irmos todos juntos assistirem a peça algum dia desses em que ela ainda está em cartaz.
Beijos mil :*
14 março 2010
Milagre Brasileiro
Oi trambiqueiros :)
Como estamos estudando o gênero dramático, queriamos avisar a vocês que está aqui em João Pessoa, o Coletivo de Teatro Alfenim apresentando a peça "Milagre Brasileiro".
Para saberem mais informações visitem o blog do Coletivo de Teatro Alfenim, lá você saberá mais sobre a história a ser dramatizada na peça.
Queremos a participação de todos.
É isso trambiqueiros, beijos mil :*
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Milena T.,
Samara Hannah
13 março 2010
As sem-razões do amor
oi trambiqueirooos ;)
Como vocês foram de provas e como estão se sentindo agora que acabaram?
Bom, primeiramente queríamos pedir desculpas por não ter postado essa semana, mas como estávamos muito concentradas em estudar pras provas, acabou não dando tempo. Semana que vem, vamos voltar a postar diariamente.
Hoje, vou postar outro comentário, agora da aluna Priscilla Costa, que recitou o poema de Carlos Drummond de Andrade,
Como vocês foram de provas e como estão se sentindo agora que acabaram?
Bom, primeiramente queríamos pedir desculpas por não ter postado essa semana, mas como estávamos muito concentradas em estudar pras provas, acabou não dando tempo. Semana que vem, vamos voltar a postar diariamente.
Hoje, vou postar outro comentário, agora da aluna Priscilla Costa, que recitou o poema de Carlos Drummond de Andrade,
As sem-razões do amor
Eu te amo porque te amo,
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabe sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.
Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no eclipse.
Amor foge dos dicionários
e a regulamentos vários.
Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.
Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.
Priscilla Costa: Bem, eu escolhi esse poema por achar interessante as razões e os argumentos que Carlos Drummond de Andrade utilizou. Ele simplesmente ama, e para ele não há explicação. Ele conceitua o amor de forma que faz o leitor perceber e concordar que é quase impossível acabar com o amor verdadeiro. Eu não sei explicar direito, mas escolhi esse poema, porque ele me tocou bastante, e quando ele diz "Amor foge a dicionários e a regulamentos vários", ele tem toda a razão. Não há quem consiga explicar exatamente o que é o amor. O amor é simplesmente amar. Eu apenas não concordo muito, quando ele diz que o amor não se ama; mas enfim, escolhi o poema por abordar um tema tão admirado e questionado por mim: o amor!
Queria pedir pra vocês comentarem o que acharam do poema, se gostaram do comentário de Priscilla e também de pedir sugestões para as postagens, nos ajude para que o blog fique com a cara de todos, e todos participem de maneira igualitária aqui no trambico.
Por hoje é só, muitos beijos e até segunda trambiqueiros!
05 março 2010
Soneto XVIII
Olá pessoal!
Aqui vai mais um comentário! Dessa vez é o da aluna Camila Cunha, que falou do Soneto XVIII de William Shakespeare.
Soneto XVIII
Se te comparo a um dia de verão
És por certo mais belo e mais ameno.
O vento espalha as flores pelo chão
E o tempo do verão é bem pequeno.
Às vezes brilha o sol em demasia
Outras vezes desmaia com frieza;
O que é belo declina num só dia,
Na terna mutação da natureza.
Mas em ti o verão será eterno,
A beleza que tens não perderás;
Nem chegarás da morte ao triste inverno:
Nestas linhas, com o tempo, crescerás.
E enquanto nesta terra houver um ser,
Meus versos vivos te farão viver.
Camila Cunha: O poema fala sobre como o verão é pequeno e maravilhoso ao mesmo tempo fiquei encantada ao ver como Shakeaspeare conseguiu falar sobre a perfeição de um dia de verão associando à mulher. O dia de verão passa rápido, mas do mesmo jeito que ele vai, ele volta, e no poema Shakeaspeare conseguiu eternizar o dia de verão em uma pessoa ao falar 'enquanto nesta Terra houver um ser, meus versos vivos te farão viver'. E com isso ele quis dizer que enquanto uma pessoa procurar ouvir sua poesia, os versos dele farão ela viver e farão com que os dias de verão sempre voltem.
Comentem o que vocês entenderam do soneto e se concordam com o que Camila comentou.
Beijos
Samara
Soneto 116 - William Shakespeare
Olá Trambiqueiros!
vamos continuar a postar os comentarios feitos pelos alunos que lerá am os poemas.Hoje irei postar o comentario de Marcelynne sobre o poema Soneto CXVI, de William Shakespeare.
"Soneto CXVI"
vamos continuar a postar os comentarios feitos pelos alunos que lerá am os poemas.Hoje irei postar o comentario de Marcelynne sobre o poema Soneto CXVI, de William Shakespeare.
"Soneto CXVI"
De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça.Amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno,dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
È astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura
Amor não teme o tempo,muito embora
Seu alfanje não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma, para a eternidade
Se isto é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.
Marcelynne: O soneto CXVI de Shakespeare "tenta" conceituar o que na realidade é o amor, de acordo como que estamos sentindo.Shakespeare usa seus versos para mostrar que o verdadeiro amor vence barreiras, não se desmancha facilmente e não teme o tempo.O amor verdadeiro, o amor puro que Shakespeare descreve não se transforma, e dura eternamente.Ele termina o poema afirmando que está correto com os versos;" Se isto é falso, e que é falso alguém provou.Eu não sou peta, e ninguém nunca amou".
Ei trambiqueiros espero que vocês tenham gostado,e comentem depois no blog.Tchau, e não se esqueçam de dar uma olhadinha.Bijos a todos!
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