01 maio 2010

VI BANCARTE :)

HEEEEEELLO, AMIGOS :D kk Como vão ? :) Hoje vim trazer pra vocês um pouco sobre o VI Bancarte...
     "O Bancarte é uma mostra de Cultura e Arte promovida pelo Sindicato dos Bancários da Paraíba, que, pelo sucesso das edições anteriores, já faz parte do calendário cultural da cidade de João Pessoa.
     Este ano, o VI Bancarte tem como tema o Teatro Paraibano, homenageando peças teatrais e os profissionais que representam os segmentos do Teatro. A entrada para os espetáculos é gratuita ao público em geral."
Esta "introdução" do Bancarte, eu retirei de um informativo no qual consta, também, dias, horários e local das apresentações:
Peças Teatrais:
- 29 de Abril às 19h, se apresentou o ator Chico Oliveira, da Companhia do Rosário, com o espetáculo "Incelênça";

- 30 de Abril às 19h, Daniel Porpino, Dudha Moreira, Fabíola Morais e Thardelly Lima, da Osfórdidário, encenaram "A Farça do Poder";

- Hoje, dia 01, o ator Fernando Texeira se apresenta pela Companhia Bigorna, com a peça "Esparrela", também às 19h;

- E amanhã, dia 02, às 16h o espetáculo será paras crianças. A Companhia Boca de Cena traz o Teatro de Bonecos, apresentando "O Boi Encantado".
Todos os espetáculos: Sede do Sindicato dos Bancários :)

Música:

- Abertura foi dia 29 de Abril com Baticumlata, Coral Emlur, Bira Delgado e Banda;

- Ontem, dia 30, às 22h teve show da banda Brasis e 00h teve O Teatro Mágico (ÓTIMO kk);

- Hoje, dia 01, tem show de Renata Arruda às 22h e 00h entra Dorgival Dantas.
Shows: Ginásio de esportes do Sindicato dos Bancários.
Ingressos: à venda na Secretaria da Entidade.

Então, depois desse post, eu queria saber de vocês: qual a importância de trazer mais próximo da gente a Arte e Cultura da Paraíba ? Existe um preconceito - de nossa parte, paraibanos - em relação a nossa própria Arte ?    fikdik kk beijos, amigos :* comentem :)

p.s.: Gente, eu peço desculpas pelo atraso do post, porque como vocês podem perceber, alguns espetáculos já aconteceram, né ? Então, eu vi o informativo na quarta à noite, tentei postar mas não consegui entrar no blog -.- O mesmo aconteceu na quinta e ontem também... Enfim, peço mil desculpas, pois apesar de muitos não se importarem por não ter interesse, minha obrigação era postar com antecedência! Desculpinhas de novo :) bjs :*

26 abril 2010

Romantismo (Segunda Parte)

Como Carol já citou sobre a origem do teatro romântico eu vou postar sobre as diferenças entre o romantismo e o romance, com o intuito de esclarecer mais sobre as dúvidas que surgiram na aula de hoje.

O Romantismo trata-se de um estilo de época surgida no século XIX e que, no Brasil, teve representantes como José de Alencar, Álvares de Azevedo, Gonçalves Dias...
Já o romance é um gênero literário, ou seja, uma forma de se fazer literatura - tal qual um soneto pode ser considerado um gênero, ou um "tipo de texto", digamos assim.
O que acontece é que o romance surgiu no Romantismo, mas não se limitou a ele, pelo contrário, já que existe até os dias atuais. 
Por fim, existe ainda a expressão "românticos" usada para qualificar as pessoas românticas, carinhosas, idealizadoras... Mas isso seria o uso popular, influenciado pelo caráter do "amor romântico" retratado nos romances do romantismo.
Então, puderam entender melhor a diferença? Comentem!


Só para lembrar: Vocês já começaram a ler “O noviço”? Lembrem que é importante a leitura do livro para o vestibular. Então não esqueçam!
Aqui vai um pouquinho do que se trata a peça:
Uma das poucas peças de Martins Pena em três atos, O noviço gira em torno da deslealdade de Ambrósio que se casa por interesse com Florência, rica viúva, mãe da jovem Emília, do menino Juca e tutora do sobrinho Carlos. Assim, Ambrósio tentará ficar com toda a fortuna de Florência, mas para isso acontecer ele terá que tramar diversas artimanhas.



Ficaram curiosos? Então só lendo para saber! [:

24 abril 2010

Romantismo

Logo após a independência do Brasil, nasce o Romantismo brasileiro. Ele assumiu em nossa literatura um significado de extrema importância, já que nasceu devido à necessidade de suscitar no brasileiro um sentimento nacionalista para pôr fim à dependência cultural do Brasil com Portugal. Por isso a primeira geração romântica tinha a preocupação de garantir uma identidade nacional que nos separassem de nossos antigos colonizadores, além de resgatar e criar símbolos de origem nacional.

A época Romântica no Brasil é dividida em três gerações:

- Primeira geração: nacionalista, indianista (há uma forte presença dos nativos nas obras) e religiosa.
Autores: Gonçalves Dias e Gonçalves de Magalhães.

- Segunda geração: é um período também chamado de “mal do século”, porque apresentava temas obscuros, como a morte, amores impossíveis, escuridão, pessimismo e decepções.
Autores: Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Fagundes Varela e Junqueira Freire.

- Terceira geração: esse período desenvolve uma poesia com caráter político e social, já que as obras se tratavam de temas como o abolicionismo, a opressão e a ignorância do povo brasileiro.
Autores: O maior representante dessa fase é Castro Alves, o “poeta dos escravos”, como era conhecido.

Bom, como vocês puderam ver, essas três fases trataram de temas um pouco distintos. Porém, com uma pequena ligação, já que todas elas eram voltadas para o Brasil e seus habitantes, fossem eles os nativos ou não. O que vocês acham disso? Comentem !

21 abril 2010

Gil Vicente - Autos e Farsas

Na segunda-feira (19/04), tivemos a oportunidade de conhecer mais sobre o autor Gil Vicente e sobre o Auto e a Farsa, então vamos relembrar o que foi dito na apresentação do grupo composto por Juliana, Priscilla, Ivone, Iann e João.

Gil Vicente é considerado é o pai do teatro português. 
A obra vicentina é tida como reflexo da mudança dos 
tempos e da passagem da Idade Média para o Renascimento. 
Foi o principal representante da literatura renascentista p
ortuguesa, e incorporou elementos populares na 
sua escrita que influenciaram a cultura popular portuguesa.



Autos são peças teatrais de assunto religioso ou profano; sério ou cômico. E tinham a finalidade de divertir, de moralizar ou de difundir a fé cristã.
Os principais autos vicentinos são: Monólogo do Vaqueiro; Auto da Alma; Trilogia das Barcas; Auto da Feira, Auto da Índia e Auto da Mofina Mendes.

Farsas são peças cômicas de um só ato, com enredo curto e poucas personagens, extraídas do cotidiano.
Destacam-se Farsa do Velho da Horta, Farsa de Inês Pereira e Quem tem Farelos?



Então, para vocês, qual a principal diferença entre os Autos e as Farsas? Comentem o que vocês entenderam sobre esse assunto! [:

19 abril 2010

Comédia Grega

A comédia antiga

A origem da comédia é a mesma da tragédia: as festas ao deus Dioniso. A palavra comédia vem do grego “komos", que remete ao sentido de procissão. Na Grécia havia dois tipos de procissão que eram denominadas "komoi". Numa, os jovens saiam às ruas, fantasiados de animais, batendo de porta em porta pedindo prendas, brincando com os habitantes da cidade. No segundo tipo, era celebrada a fertilidade da natureza.
Apesar de também ser representada nas festas dionisíacas, a comédia era considerada um gênero literário menor. É que o júri que apreciava a tragédia era nobre, enquanto o da comédia era escolhido entre as pessoas da platéia. A temática também diferia nos dois gêneros. A tragédia contava a história de deuses e heróis, enquanto a comédia falava de homens comuns.
A comédia antiga, por fazer referências divertidas aos mortos, satirizar personalidades vivas e até mesmo os deuses, teve sempre a sua existência muito ligada à democracia.
A encenação da comédia antiga era dividida em duas partes, com um intervalo. Na primeira, chamada "agón", prevalecia um duelo verbal entre o protagonista e o coro. No intervalo, o coro retirava as máscaras e falava diretamente com o público para definir uma conclusão sobre a primeira parte. A seguir, vinha a segunda parte da comédia. Seu objetivo era esclarecer os problemas que surgiram no "agón".

Entre os séculos 6 a.C. e 5 a.C a cultura grega atingiu seu auge, porém no século 4 a.C., a rendição de Atenas durante a Guerra do Peloponeso causou o declínio nas produções teatrais da época e isso acarretou o fim da comédia antiga.

A comédia nova

Após a Guerra do Peloponeso surgiu a comédia nova, que se iniciou no fim do século 4 a.C. e durou até o começo do século 3 a.C.
A comédia nova e a comédia antiga possuem muitas diferenças. Na primeira, o coro já não é um elemento atuante, sua participação fica resumida à coreografia dos momentos de pausa da ação, a política quase não é discutida. Seu tema são as relações humanas, como por exemplo, as intrigas amorosas. Não existem mais as sátiras violentas. A comédia nova é mais realista e procura, utilizando uma linguagem bem comportada, estudar as emoções do ser humano.


por Maria Tereza Lins