HEEEEEELLO, AMIGOS :D kk Como vão ? :) Hoje vim trazer pra vocês um pouco sobre o VI Bancarte...
"O Bancarte é uma mostra de Cultura e Arte promovida pelo Sindicato dos Bancários da Paraíba, que, pelo sucesso das edições anteriores, já faz parte do calendário cultural da cidade de João Pessoa.
Este ano, o VI Bancarte tem como tema o Teatro Paraibano, homenageando peças teatrais e os profissionais que representam os segmentos do Teatro. A entrada para os espetáculos é gratuita ao público em geral."
Esta "introdução" do Bancarte, eu retirei de um informativo no qual consta, também, dias, horários e local das apresentações:
Peças Teatrais:
- 29 de Abril às 19h, se apresentou o ator Chico Oliveira, da Companhia do Rosário, com o espetáculo "Incelênça";
- 30 de Abril às 19h, Daniel Porpino, Dudha Moreira, Fabíola Morais e Thardelly Lima, da Osfórdidário, encenaram "A Farça do Poder";
- Hoje, dia 01, o ator Fernando Texeira se apresenta pela Companhia Bigorna, com a peça "Esparrela", também às 19h;
- E amanhã, dia 02, às 16h o espetáculo será paras crianças. A Companhia Boca de Cena traz o Teatro de Bonecos, apresentando "O Boi Encantado".
Todos os espetáculos: Sede do Sindicato dos Bancários :)
Música:
- Abertura foi dia 29 de Abril com Baticumlata, Coral Emlur, Bira Delgado e Banda;
- Ontem, dia 30, às 22h teve show da banda Brasis e 00h teve O Teatro Mágico (ÓTIMO kk);
- Hoje, dia 01, tem show de Renata Arruda às 22h e 00h entra Dorgival Dantas.
Shows: Ginásio de esportes do Sindicato dos Bancários.
Ingressos: à venda na Secretaria da Entidade.
Então, depois desse post, eu queria saber de vocês: qual a importância de trazer mais próximo da gente a Arte e Cultura da Paraíba ? Existe um preconceito - de nossa parte, paraibanos - em relação a nossa própria Arte ? fikdik kk beijos, amigos :* comentem :)
p.s.: Gente, eu peço desculpas pelo atraso do post, porque como vocês podem perceber, alguns espetáculos já aconteceram, né ? Então, eu vi o informativo na quarta à noite, tentei postar mas não consegui entrar no blog -.- O mesmo aconteceu na quinta e ontem também... Enfim, peço mil desculpas, pois apesar de muitos não se importarem por não ter interesse, minha obrigação era postar com antecedência! Desculpinhas de novo :) bjs :*
01 maio 2010
26 abril 2010
Romantismo (Segunda Parte)
Como Carol já citou sobre a origem do teatro romântico eu vou postar sobre as diferenças entre o romantismo e o romance, com o intuito de esclarecer mais sobre as dúvidas que surgiram na aula de hoje.
O Romantismo trata-se de um estilo de época surgida no século XIX e que, no Brasil, teve representantes como José de Alencar, Álvares de Azevedo, Gonçalves Dias...
Já o romance é um gênero literário, ou seja, uma forma de se fazer literatura - tal qual um soneto pode ser considerado um gênero, ou um "tipo de texto", digamos assim.
O que acontece é que o romance surgiu no Romantismo, mas não se limitou a ele, pelo contrário, já que existe até os dias atuais.
Por fim, existe ainda a expressão "românticos" usada para qualificar as pessoas românticas, carinhosas, idealizadoras... Mas isso seria o uso popular, influenciado pelo caráter do "amor romântico" retratado nos romances do romantismo.
Já o romance é um gênero literário, ou seja, uma forma de se fazer literatura - tal qual um soneto pode ser considerado um gênero, ou um "tipo de texto", digamos assim.
O que acontece é que o romance surgiu no Romantismo, mas não se limitou a ele, pelo contrário, já que existe até os dias atuais.
Por fim, existe ainda a expressão "românticos" usada para qualificar as pessoas românticas, carinhosas, idealizadoras... Mas isso seria o uso popular, influenciado pelo caráter do "amor romântico" retratado nos romances do romantismo.
Então, puderam entender melhor a diferença? Comentem!
Só para lembrar: Vocês já começaram a ler “O noviço”? Lembrem que é importante a leitura do livro para o vestibular. Então não esqueçam!
Aqui vai um pouquinho do que se trata a peça:
Ficaram curiosos? Então só lendo para saber! [:
24 abril 2010
Romantismo
Logo após a independência do Brasil, nasce o Romantismo brasileiro. Ele assumiu em nossa literatura um significado de extrema importância, já que nasceu devido à necessidade de suscitar no brasileiro um sentimento nacionalista para pôr fim à dependência cultural do Brasil com Portugal. Por isso a primeira geração romântica tinha a preocupação de garantir uma identidade nacional que nos separassem de nossos antigos colonizadores, além de resgatar e criar símbolos de origem nacional.
A época Romântica no Brasil é dividida em três gerações:
- Primeira geração: nacionalista, indianista (há uma forte presença dos nativos nas obras) e religiosa.
A época Romântica no Brasil é dividida em três gerações:
- Primeira geração: nacionalista, indianista (há uma forte presença dos nativos nas obras) e religiosa.
Autores: Gonçalves Dias e Gonçalves de Magalhães.
- Segunda geração: é um período também chamado de “mal do século”, porque apresentava temas obscuros, como a morte, amores impossíveis, escuridão, pessimismo e decepções.
- Segunda geração: é um período também chamado de “mal do século”, porque apresentava temas obscuros, como a morte, amores impossíveis, escuridão, pessimismo e decepções.
Autores: Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Fagundes Varela e Junqueira Freire.
- Terceira geração: esse período desenvolve uma poesia com caráter político e social, já que as obras se tratavam de temas como o abolicionismo, a opressão e a ignorância do povo brasileiro.
- Terceira geração: esse período desenvolve uma poesia com caráter político e social, já que as obras se tratavam de temas como o abolicionismo, a opressão e a ignorância do povo brasileiro.
Autores: O maior representante dessa fase é Castro Alves, o “poeta dos escravos”, como era conhecido.
21 abril 2010
Gil Vicente - Autos e Farsas
Na segunda-feira (19/04), tivemos a oportunidade de conhecer mais sobre o autor Gil Vicente e sobre o Auto e a Farsa, então vamos relembrar o que foi dito na apresentação do grupo composto por Juliana, Priscilla, Ivone, Iann e João.

Gil Vicente é considerado é o pai do teatro português.
A obra vicentina é tida como reflexo da mudança dos
tempos e da passagem da Idade Média para o Renascimento.